quinta-feira, outubro 19, 2006

Odeio o Noddy...adoro o Tatoo



Criancinhas de todo o mundo uni-vos. Rasguem o caderno do Noddy e cresçam com os verdadeiros ícones televisivos.

Dança com...Hervé

http://www.tradedforwheat.com/meshugenah/dancingherve.html

quarta-feira, outubro 18, 2006

Scut´s - 3 Passam a ser pagas pelo utilizador.


"A auto-estrada sem custos para o utilizador (Scut) do Algarve mantém-se sem portagem real porque a via alternativa tem um tempo de percurso ligeiramente acima do definido pelo Governo, afirmou hoje o ministro dos Transportes.

Quanto aos restantes dois critérios utilizados pelo Governo para justificar a introdução de portagens nas Scut - o PIB “per capita” e o índice de poder de compra das regiões atravessadas -, o Algarve ultrapassa claramente a média nacional.

Mário Lino anunciou hoje a introdução de portagens em três Scuts - Norte Litoral (com excepção do eixo Minho/Lima), Grande Porto e Costa de Prata - por as regiões atravessadas cumprirem cumulativamente os três critérios definidos pelo Governo para introdução do princípio utilizador/pagador.

Segundo o ministro, as regiões atravessadas pelas sete Scuts actualmente em funcionamento (num total de 930 quilómetros) foram analisadas com base em três critérios, dois de cariz sócio-económico (produto interno bruto, PIB, “per capita” de cada NUT III e índice de poder de compra concelhio, IPCC) e outro relacionado com o tempo de percurso das vias alternativas.

O Governo estabeleceu como limiar acima do qual é entendido que as regiões apresentam índices de desenvolvimento e alternativas de oferta no sistema rodoviário, o valor de 80 por cento da média nacional para o PIB, de 90 por cento da média nacional para o IPCC e de 1,3 vezes o tempo de percurso da via alternativa em relação ao da Scut.

No caso do Algarve, o PIB “per capita” é de 106 por cento, o IPCC de 109 por cento, sendo o tempo de percurso de 1,4 vezes." Público.




Estes critérios pecam por escassos e podem ser demasiado
subjectivos em diversos casos concretos enganadores e injustos. A região do
Algarve deve ser beneficiada com uma Scut porque ao contrário do que alguns
referem, a A22 não é fundamentalmente utilizada por estrangeiros e com o
argumento que "eles", sem problemas, poderiam pagar 3/4 euros .Grande parte do
ano é utilizada esmagadoramente por algarvios, sendo que como é reconhecido por
todos a EN 125 não é uma alternativa rodoviária, mas sim um cemitério
rodoviário, pois uma alternativa a uma auto-estrada não pode ser uma nacional
que atravesse povoações, com deficiente sinalização,em que as pessoas demorem o
triplo do tempo a percorrer a mesma distância. Com a introdução das novas 3
portagens reduzimos o número de kilometros de Scut que é actualmente de 900kms.
A Espanha tem actualmente 10.000kms de Scut, com objectivo de crescimento. A
Espanha actualmente tem salários muito superiores aos nossos, e custo de vida
mais baixo.A Espanha... A Espanha promove um reequilíbrio entre as suas regiões
com a introdução de Scuts, através de uma verdadeira planificação rodoviária e
critérios flexíveis e justos.Um exemplo hoje em dia escandaloso do que se passa
no nosso país em matéria de portagens é o seguinte: a partir do momento em que
entramos em Badajoz, se seguirmos até Barcelona pagamos aproximadamente
28euros.Atravessamos Espanha, percorremos 1050kms.Pagamos 28euros, passando
pelas duas maiores cidades espanholas, o centro urbano de Madrid e a Catalunha,
as duas regiões mais desenvolvidas de Espanha. Se partirmos do Algarve, em
direcção ao Porto,passando por Lisboa, percorremos cerca de 528kms.Pagamos a
módica quantia em portagens de 35.50. É obra!

Glórias Leoninas

Peter Schmeichel
"Experiência como a de Rui Jorge e Pedro Barbosa não se compra"
Fala só o melhor do mundo de todos os tempos: Great Dane


Carlos Xavier

Há duas épocas quando estava no comando técnico do Estoril Praia, com Sérgio Louro, Litos e Mário Jorge, Carlos Xavier afirmou que nunca poderia continuar a jogar depois de ter saído do Sporting, tal o amor que tinha, e que tem pelo Clube. Colabora, actualmente, no futebol de formação do Sporting Clube de Portugal.


Krassimir Balakov

Este búlgaro que marca uma época no Sporting, tornou-se eterno ao fim de cinco temporadas de verde e branco. Pela qualidade superior do seu futebol divino, pela elegância que pautou a sua conduta fora dos relvados e pela empatia criada com os adeptos.


Vitor Damas

“ Nunca esquecerei a dignidade e o respeito mútuo. Damas era um senhor, um grande amigo, um grande homem e desportista de eleição. Será lembrado eternamente como um grande símbolo do futebol português.” Eusébio


António Oliveira

“ Por cada leão que cair outro se levantará! “.


Manuel Fernandes

"Marquei quatro golos ao Benfica, uma sensação inesquecível, mas estou convencido que se o jogo durasse mais algum tempo... Mas, sinceramente, mais do que qualquer golo ou qualquer jogo, o maior momento de glória da minha vida foi aquele em que vesti, pela primeira vez, a camisola do Sporting".

terça-feira, outubro 17, 2006

Headline do dia

Mulher com artrite masturba miraculosamente um homem durante 15 minutos.

in O Inimigo Público

Scontro nel metrò


ROMA


- "Tragico incidente nell'ora di punta sulla Linea A del metrò di Roma: una donna di 30 anni morta e circa 110 feriti, dei quali sei in gravi condizioni. È questo il bilancio reso noto dalla prefettura. Alcuni feriti sono stati trasportati negli ospedali utilizzando anche degli autobus. Agitazione e soprattutto lacrime e grida: è stato questo lo scenario che si è presentato a lungo in piazza Vittorio Emanuele II dove si sono raccolti tutti i passeggeri che erano a bordo dei due convogli metropolitani che si sono scontrati nella mattinata.




L'INCIDENTE

Un convoglio della Linea A della metropolitana di Roma alle 9,15, per cause non ancora accertate, ha tamponato un altro che era fermo nella stazione di piazza Vittorio Emanuele II. Dopo lo scontro è saltata una centrale elettrica. "




UN TESTIMONE: «HO VISTO IL SEMAFORO ROSSO» - «C'è stato uno scontro e poi si sono spente le luci. In molti siamo caduti a terra. Altri sono
Nel fermo immagine di Sky Tg24 un prototipo al computer dell'incidente della stazione Metro di piazza Vittoriostati sbattuti fuori dal vagone» - ha raccontato una ragazza che si trovava a bordo di uno dei due convogli coinvolti nell'incidente. Un altro passeggero, Fabiano De Santis, che si trovava a bordo del primo vagone del treno che ha urtato l'altro fermo, ha raccontato di aver visto i semafori rossi: «Ho visto i semafori rossi e ho visto una metro ferma di fronte a noi alla stazione. Noi non stavamo frenando. Mi sono ritratto e ho visto la parete di fronte a me che si sfasciava». I feriti più gravi sono stati portati ai pronto soccorso di tre diversi ospedali. Alcuni sono stati trasportati anche usando degli autobus. Le entrate della metropolitana sono state transennate subito dopo l'incidente.




TRENO ULTRAMODERNO

- A tamponare il convoglio della metro è stato uno dei nuovi treni Caf, vetture messe da poco in circolazione sulla linea A e con tecnologia all'avanguardia, di fabbricazione spagnola che sostituiranno gradualmente l'attuale flotta della metropolitana.
GIUDICI E AUTORITÀ SUL POSTO - Il pm della procura di Roma, Elisabetta Ceniccola si è recato sul posto per un sopralluogo al fine di ricostruire la dinamica dell'incidente alla metro avvenuto all'altezza della fermata di Piazza Vittorio. Sul posto sono giunti anche anche il sindaco Walter Veltroni, il presidente della Regione Piero Marrazzo, il prefetto Achille Serra e il ministro dei Trasporti Bianchi.


LA VITTIMA ERA DI FROSINONE


-Si chiamava Alessandra Lisi, aveva 30 anni, ed era originaria di Pontecorvo, un paese in provincia di Frosinone, la donna morta dopo il tremendo impatto. Era laureata in scienze statistiche e lavorava a Roma come ricercatrice. La giovane, pendolare, era partita dalla stazione di Roccasecca con il treno delle 6,05. Al momento del tamponamento si trovava nell'ultima vettura del treno preso in pieno.



FERITI


- Uno dei feriti più gravi è una donna giapponese ricoverata all'ospedale S. Giovanni. «Inizialmente è stata intubata, ora respira da sola ma dobbiamo essere cauti», ha detto il direttore sanitario Salvatore Passafaro.
«La donna ha riportato un forte trauma del torace e una presunta frattura al bacino ma non è stata operata. In ospedale sono arrivati 130 feriti, nel primo pomeriggio ce ne sono ancora in cura 60. Degli altri casi gravi abbiamo un uomo con una frattura esposta della gamba, una donna con una frattura esposta del braccio e infine una donna con un trauma all'addome. Stiamo via via rimettendo queste 60 persone e crediamo che per questa sera ne rimarrano poche».



17 ottobre 2006-Corriere della Sera

Come on Celtic!!



Celtic vence por nós

Il Panino - Sandwich


Série televisiva da autoria de Bruno Bozzetto, animou durante muitos anos os intervalos da RTP (saudosos anos 80). Nesta altura os intervalos dos programas eram motivo para não me levantar e ir a correr dar aquela mijinha e eram preenchidos com esta série de elevado teor comico, um pouco ao estilo de Benny Hill. Ando doido à procura de algum destes curtos episódios mas a busca torna-se incansável e infrutifera. Dava o meu tomate esquerdo (só preciso de 1 para procriar) a quem me indicasse onde poderei encontrar estes clássicos do bom humor, para ver estes mamados uma vez mais e rir como um perdido. Deixo-vos alguns dados:

Regia e Soggetti - Bruno Bozzetto; Anno di produzione - 1984; Durata - 13 comiche da 6' l'una; Film - 16 mm senza dialogo; Interpreti Principali - Pietro Ghislandi, Oreste Castagna, Giuseppe Cella; Edizione - Ugo Micheli; Musiche - Franco Godi

segunda-feira, outubro 16, 2006

Mainardi


Bom, existem figuras que eu idolatro como o Sr. Hervé , o Pequeno Pom, o Jel, mas de carne e osso idolatro o Mainardi, perco-me de riso com o Mainardi. Bem quem não conhece o Diogo Mainardi, ele é um dos cronistas mais visíveis actualmente no Brasil, que ganhou relevo, pelas suas posições polémicas e pelo seu anti-lulismo, despertando ódios ferozes, que no fundo apesar de se gostar ou não da sua peculiar forma de criticar, boa parte das suas críticas eram correctas como os recentes factos o provam, apesar do seu objectivo numero 1, derrubar Lula não tenha sido para já logrado, parece por vezes, que faz as vezes da Justiça Brasileira..aqui fica a entrevista para ler na íntegra.http://www.insanus.org/novacorja/archives/017967.html

Carta Aberta a Floribella

Exma. Sra. Dra. Floribella, perdoe-me,

Sinto-me na obrigação de, antes de tecer qualquer comentário, pedir perdão de antemão à legião de fãs de V. Ex.ª , reverenciando-me desde já perante Sua Senhoria e a Santa Teresa Guilherme sua “mãe”.
Mas não posso deixar de questionar; como? Como é que Sua Senhoria, sendo uma jovem igual a tantas outras, com pouca instrução, ex-manicure, nenhuma experiência, uma voz assim-assim, uma roupa patética e uma conversa de. . . coitadinha-de-mim-que-era-pobrezinha-e-agora-vou-é-ajudar-os-meus-amiguinhos-pobrezinhos-e-doentes-como-aquele-menino-de-Freixo-de-Espada-à-Cinta-que-tem-acne-e-que-ainda-por-cima-não-come-a-sopinha-toda… consegue cobrar por “showtógrafo” 10 euros por cabeça e encher estádios de futebol?
É a celebração do medíocre! Aplaudo! Uma actriz feita à pressa, numa série copiada (sim, as músicas também são copiadas), um enredo fraquíssimo e uma dose cavalar de florzinhas. A pseudo-actriz é convidada para Todos os programas da Sic encarnando a artista revelação que veio do “norte” e é muito boazinha. E que nos brinda com pérolas como esta, e passo a citar: « “Descansem que eu não virei moura.” Luciana Abreu sossegou desta forma os milhares de fãs nortenhos que acorreram ao concerto da banda de ‘Floribella’, anteontem, no Pavilhão Municipal de Vila Nova de Gaia – a sua terra natal » retirado da world wide web a 21 de Setembro 2006, Blog Floribella.
Vende-se a roupinha da criatura, sapatilhinha incluída (mas só daquela marca, t’á bem meninos? Procurem a etiqueta verdadeira). Grava-se um cd, visitam-se umas escolas e levam as criancinhas inocentes à TV p’ra cantar. . sou rica em sonhos mas pobre pobre em ouro. . .
E é dinheiro em caixa. Parabéns Sra. D. Teresa!
Permita-me apenas um pequeno reparo: porque é que EU TENHO DE “LEVAR” COM ELA TODOS OS DIAS? Que mal é que eu lhe fiz? Se o problema é dinheiro, eu pago!
Faço um apelo ao respectivo Sr. Príncipe Encantado que por favor apareça depressa, porque a minha saúde mental está directamente dependente com a quantidade de vezes que ouço a dita cuja a cantar. . . . hoje vou-te esperar e nem me vou maquilhar. . . vou usar o meu vestido azul, aquele que tu gostas mais. . .
No mesmo blog pode-se ainda ler; «Entre lágrimas e muitas perguntas, ‘Floribella’ conseguiu atender todos os que pediram atenção. Desta vez, não se registaram incidentes no decorrer da sessão de autógrafos e fotografias, mas a organização também já dá postais assinados para evitar problemas surgidos de outras vezes.» Quais incidentes? Mas então Sua Ex.ª não é o novo ícone infantil da mediocridade? Não me diga que os pais se engalfinham e distribuem estalada uns aos outros por um lugar na fila!?! Todo o Ruben Filipe e Cátia Soraia deste país tem direito ao seu autógrafo.
«A produção do espectáculo da banda de ‘Floribella’ custa cerca de 20 mil euros. O presidente da Câmara Municipal de Gaia não poupou esforços para receber a “filha da terra”, o presidente da Águas de Gaia e o vereador do Ambiente da Câmara, José Maciel e Mário Fontemanha, também quiseram homenageá-la e marcaram presença.» Então e agora? Confesso que me baralhei. Estão a falar da mesma pessoa que canta. . . pobres dos ricos que tanto têm. . . para que serve tanto dinheiro?. . . eu tenho sorte porque sou pobre. . tenho músicas lindas para cantar. . . .?
Ao reler o que escrevi, o que me deixa mais triste é que tenho um curso superior, mais de 30 canais de TV, algum ouro e sonhos (mas porém sem vestido azul), e acabei de perder minutos de vida na produção deste texto…

Vai tudo abaixo


É verdade amigos...ele voltou. O caríssimo Jel está aí para nos fazer rir que nem uns perdidos. Bem-vindo sejas grande Jel. O novo programa chama-se "Vai tudo abaixo" e estreou na SIC Radical. Mais uma vez, este canal volta a surpreender pela positiva, apostando num tipo de humor que muito nos agrada. Depois de nos dar a conhecer os Gato Fedorento, a Radical resolve presentear-nos com o trabalho e a ousadia deste artista, para nós de qualidade indiscutível, o actor Nuno Duarte, mais conhecido por Jel. Já conhecemos muito do seu trabalho, que nos chegou através das aparições que fez no programa da :2 "A Revolta dos Pastéis de Nata". Aliás, o "Carlinhos" passou a fazer parte do nosso quotidiano. Já não nos imaginamos a viver e a agir sem as deixas do "Machista Gay". Claro que às vezes não nos entendem e que até parecemos maluquinhos quando dizemos "levava-te a umas escadas que eu conheço", mas a malta aguenta. O Jel transporta para o "Vai tudo abaixo" algumas das suas personagens mais divertidas. E, uma vez mais, vai até ao limite das sua habilidade e da lata estanhada que o caracteriza, fazendo o inimaginável: assusta, intimida, critica e, acima de tudo, provoca o comum cidadão que deambula metido consigo enquanto processa os seus pensamentos do dia a dia. É um programa que não é para meninos, nem para mentes que se chocam com facilidade, cujo imaginário apenas aceita Floribelas e Morangos. É para homens de barba rija e para mulheres taberneiras, para verdadeiros apreciadores de uma (quiçá duas ou mesmo três) Carvalho Ribeiro Ferreira na companhia dos amigos. Mais uma vez vemos o Jel sujeito a constantes agressões. Claro, testa o limite da paciência dos transeuntes. Não seria de esperar outra coisa de quem utiliza o extremo para promover a sua arte. Foi a maneira que encontrou para satirizar o mundo triste em que muitos vivem. Eu gostei, adorei mesmo. Ri-me como um perdido a ver o cigano Ludgero a vender droga em frente ao Ministério da Justiça e um travesti a mandar parar os carros a propor um bico aos condutores, dizendo: eu engulo tudo. Não percam isto, por nada deste mundo. Continua assim amigo Jel.

SIC Radical: 4ª Feira às 23:00h e repetições 3ª Feira às 00:00h; Sábado 01:00h da matina.

Little Miss Sunshine




Os "Hoover" família disfuncional, partem estrada fora, para levar a pequena Olive ao concurso Little Miss Sunshine, no pão de forma amarelo. É uma longa metragem do cinema independente norte-americano, carregada de humor negro, com uma saudável crítica à sociedade obcecada pela beleza. Esta comédia independente realizada por Jonathan Dayton e Valerie Faris, retrata uma família problemática em que os elementos da mesma vivem obcecados pelos seus problemas e frustrações, mas com um objectivo em comum, levar a pequena Olive de sete anos a realizar o seu sonho, ganhar um concurso de beleza. Esta longa metragem premiada em Sundance, é composta por personagens e não por efeitos especiais!Um outsider. A família é constituida por Olive, a pequena rainha da beleza, que tem o dom de irritar qualquer um, o seu irmão Dwayne, que fez um voto de silêncio com o sonho de entrar na Força Aérea, fanático por Nietzsche, o Avô, louco e inconveniente expulso de um lar de idosos pelo consumo de heroína,grande impulsionador do "talento" de Olive, Richard, pai de Olive, um tremendo orador frustrado, obcecado pelo seu programa 9-Step para o "abismo", a mãe Sheryl, grande defensora da verdade, e finalmente o Unkle Frank, professor de filosofia, admirador de Proust, gay e suicida, devido ao fracasso do romance com um dos seus pupilos. Baralha-se isto tudo, juntando uma viagem atribulada, dá uma comédia muito conseguida, com pormenores hilariantes, apesar do seu título em português" Uma família à beira de um ataque de nervos", que esse sim deixa qualquer um à beira de um ataque de nervos!!!

Para ti Gia...



Uma Cultura da Morte


A atracção pela morte é um dos sinais da decadência.
Portugal deveria estar, neste momento, a discutir o quê?
Seguramente, o modo de combater o envelhecimento da população.
Um país velho é um país mais doente.
Um país mais pessimista.
Um país menos alegre.
Um país menos produtivo.
Um país menos viável — porque aquilo que paga as pensões dos idosos são os impostos dos que trabalham.
Era esta, portanto, uma das questões que Portugal deveria estar a debater.
E a tentar resolver. Como?
Obviamente, promovendo os nascimentos.
Facilitando a vida às mães solteiras e às mães separadas.
Incentivando as empresas a apoiar as empregadas com filhos, concedendo facilidades e criando infantários.
Estabelecendo condições especiais para as famílias numerosas.
Difundindo a ideia de que o país precisa de crianças — e que as crianças são uma fonte de alegria, energia e optimismo.
Um sinal de saúde.
Em lugar disto, porém, discute-se o aborto.
Discutem-se os casamentos de homossexuais (por natureza estéreis).
Debate-se a eutanásia.
Promove-se uma cultura da morte.
Dir-se-á, no caso do aborto, que está apenas em causa a rejeição dos julgamentos e das condenações de mulheres pela prática do aborto — e a possibilidade de as que querem abortar o poderem fazer em boas condições, em clínicas do Estado.
Só por hipocrisia se pode colocar a questão assim.
Todos já perceberam que o que está em causa é uma campanha.
O que está em curso é uma desculpabilização do aborto, para não dizer uma promoção do aborto.
Tal como há uma parada do ‘orgulho gay’, os militantes pró-aborto defendem o orgulho em abortar
Quem já não viu mulheres exibindo triunfalmente t-shirts com a frase “Eu abortei”?
Ora, dêem-se as voltas que se derem, toda a gente concorda numa coisa: o aborto, mesmo praticado em clínicas de luxo, é uma coisa má.
Que deixa traumas para toda a vida.
E que, sendo assim, deve ser evitada a todo o custo.
A posição do Estado não pode ser, pois, a de desculpabilizar e facilitar o aborto — tem de ser a oposta.
Não pode ser a de transmitir a ideia de que um aborto é uma coisa sem importância, que se pode fazer quase sem pensar — tem de ser a oposta.
O Estado não deve passar à sociedade a ideia de que se pode abortar à vontade, por que é mais fácil, mais cómodo e deixou de ser crime.
Levada pela ilusão de que a vulgarização do aborto é o futuro, e que a sua defesa corresponde a uma posição de esquerda, muita gente encara o tema com ligeireza e deixa-se ir na corrente.
Mas eu pergunto: será que a esquerda quer ficar associada a uma cultura da morte?
Será que a esquerda, ao defender o aborto, a adopção por homossexuais, a liberalização das drogas, a eutanásia, quer ficar ligada ao lado mais obscuro da vida?
No ponto em que o mundo ocidental e o país se encontram, com a população a envelhecer de ano para ano e o pessimismo a ganhar terreno, não seria mais normal que a esquerda se batesse pela vida, pelo apoio aos nascimentos e às mulheres sozinhas com filhos, pelo rejuvenescimento da sociedade, pelo optimismo, pela crença no futuro?
Não seria mais normal que a esquerda, em lugar de ajudar as mulheres e os casais que querem abortar, incentivasse aqueles que têm a coragem de decidir ter filhos?

José António SaraivaIn SOL, 14. 10. 2006

Orçamento de Estado

A meu ver o orçamento é o instrumento mais importante do Governo e aquele a que todos os portugueses deveriam prestar mais atenção, quer tenham votado ou não no partido eleito. Assim, considero importante apresentar aqui as palavras escritas no Público para acompanharmos de perto o processo de aprovação e verificarmos a eficácia dos objectivos propostos.


Governo apresenta hoje Orçamento do Estado de 2007 16.10.2006 - 07h49 Pedro Ribeiro, João Manuel Rocha


"É um ritual que se repete anualmente em meados de Outubro. Daqui a algumas horas a equipa do Ministério das Finanças desloca-se à Assembleia da República para entregar a proposta para o Orçamento do Estado para 2007. A grande meta está definida à partida: no próximo ano, o défice orçamental não pode ser superior a 3,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
O documento vai explicar como é que se chega lá. Este é o segundo orçamento apresentado pelo Executivo Sócrates (o terceiro, contando com o rectificativo apresentado ainda em 2005) desde que tomou posse, há ano e meio.
Desta vez, o Executivo já não pode argumentar com a herança deixada por governos anteriores. Também não se aplica a "desculpa" do estado débil da economia portuguesa: Manuel Pinho, ministro da Economia, disse na sexta-feira que "a crise acabou".
É também um orçamento que já não se pode apoiar na "muleta" do aumento de impostos para reduzir o défice. O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, garantiu várias vezes que "os impostos não vão aumentar" para lá das subidas já pré-determinadas em 2005.
Desta vez, a redução do orçamento terá de ser pelo lado da despesa. Teixeira dos Santos prometeu que todos os ministérios (com excepção do da Ciência) irão ter "cortes" nos seus orçamentos.
A meta de um défice que não ultrapasse os 3,7 por cento foi definida no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) actualizado em Dezembro de 2005. O Governo considera indispensável reequilibrar as contas públicas para garantir a sustentabilidade do crescimento económico.
Ora, segundo o PEC as receitas do Estado não deverão crescer em termos reais praticamente nada em 2007. A redução no défice de 0,9 pontos percentuais terá de vir do lado da despesa.
Onde é que se vai cortar? No investimento público, por exemplo. Segundo o reporte do procedimento de défices excessivos enviado pelo Governo a Bruxelas em Setembro, já este ano houve uma redução de 600 milhões de euros face ao que havia sido orçamentado inicialmente.
No próximo ano, deverá haver um novo corte - na última semana a imprensa especulou sobre valores na ordem de uma redução de 10 a 20 por cento - que não deverá, contudo, comprometer os "grandes projectos" de investimento. Também haverá cortes nas despesas de funcionamento de todos os ministérios - que implicam o que o PEC descreve como a "moderação dos custos com pessoal da administração pública".
Essa moderação passa por uma redução real dos salários. A proposta do Governo para aumentos salariais da função pública em 2007 é de 1,5 por cento; a inflação, segundo o PEC, será de 2,2 por cento.
Outras opções, como o congelamento de progressões automáticas e medidas específicas na saúde e na educação, vêm do ano passado mas continuarão a ter efeitos em 2007. A reforma da Segurança Social, que o Governo quer ter pronta a 1 de Janeiro, não se traduzirá no imediato em grandes poupanças. As medidas constantes do acordo assinado com os parceiros sociais só progressivamente começarão a produzir efeitos, designadamente com a introdução do factor de sustentabilidade, que entra em conta com a esperança de vida como elemento de cálculo da pensão.
Para 2007 a previsão é de que os ganhos na Segurança Social resultem essencialmente do combate à fraude e da introdução de regras mais apertadas na concessão do subsídio de desemprego. O aumento das contribuições dos funcionários para o seu sistema de saúde, a ADSE, fará, segundo o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), somar 50 milhões de euros aos 100 milhões que já pagam, verba idêntica à que os cofres públicos deverão arrecadar com as contribuições dos aposentados do Estado, até aqui isentos, para o mesmo sistema de saúde: outros 50 milhões de euros.
O Governo espera ainda uma "ajuda" do PIB. O PEC prevê um crescimento do PIB português de 1,1 por cento este ano e 1,8 por cento em 2007. Mas o ministro das Finanças admitiu já que esses valores poderão ser revisto em alta no orçamento.
As metas orçamentais são calculadas como rácios do PIB. Quanto maior for o produto, mais margem tem o Governo para aumentar a despesa.
Mas o crescimento da economia não é importante apenas para "ajudar" à redução do défice. A redução do défice é que, espera-se, irá ajudar a mais crescimento económico. E esse será o verdadeiro teste deste orçamento - avaliar se a economia do país melhora ou não em 2007." in público

Bailas comigo no Tóquio?




Este texto é completamente desnecessário, porém não escrevo à muito tempo. Finalmente, entrei na discoteca(??) Tóquio. Finalmente.Depois de tanta insistência da Filipa. Tinha medo. Tive medo durante muito tempo, mas ontem tava escrito que ia lá. Situado em zona de valor cultural e lúdico incalculável,"zona calda" o Cais do Sodré,a nossa mal aproveitada red light street, a dancetaria Tóquio é um potezinho de surpresas deliciosas, especialmente para quem não gosta de noites chapa 5 e de deslocar-se para um sítio em que 90% das personne estão com cara de ass. Aí não é assim, nesse sui generis estabelecimento muito heterogéneo. O baile é garantido, a cantoria desafinada também, os oldies lá estão, todos, os clássicos, onde imperam Brian Ferry, David Bowie, Guns, The Clash, AC/DC..é bailar a noite toda.Bom ás 4 as luzes ligam.se!Finitta la festa! Esta reliquia da nossa noite cada vez mais europeia e standard..é uma lufada de ar mofo! Ainda bem. E depois é só variedades. O dono parece ter a insistência de não comprar discos novos, só quer oldies, só oldies, a dada altura não sabemos se afinal não entrámos na antiga Feira Popular..na disco dos nossos pais ou no jardim zoológico, as bebidas essas são straight, totalmente!..umas cervejinhas, e máximo dos máximos um gin tónico, nada de invenções! "Que cocktails tem?"-pergunta simpaticamente uma ragazza chapa 5, a qual o atencioso professional bartender responde de rajada:" Cocktails??? Fodasss! O que está exposto está, não inventes pah" ou pedir uma super bock, e o sexo feminino pede um copo..e a reacção é também instântanea:"COOOOOOOPO???". E neste ambiente " relassa", junta-se um conjunto heterogéneo que para além de várias intenções duvidosas, tem uma coisa em comum, quer ir ouvir música. Free Style..e lá vamos nós bebidos dançar com um old man, uma centro avante..é o jardim zoológico do engate..ainda não vi foi anões. Desejo intensamente ver lá um anão.Bom mas só visto, só mesmo arriscando..com a garantia que o atendimento é muito personalizado, quase te pagam para lá entrar..e jogar ao jogo.."Quem é o 1º a fazer a figura mais idiota para nos rirmos?" Posso começar eu..sabato ci vediamo lí!