New York stories
sábado, novembro 25, 2006
sexta-feira, novembro 24, 2006
Marie Antoinette


Ok, desta vez podem mesmo poupar o dinheiro do bilhete. A não ser que estejam mesmo doidos para ver o filme e não resistam à tentação de dar um saltinho ao cinema. É que aquilo espremido dá muito pouco. Desta vez a Sofia Coppola deixou muito a desejar. A não ser no aspecto visual, fantástico, tudo o mais é pouco. É comida por todo o lado. E comem, comem, comem... Enfim, percebo que Sofia Coppola nos quisesse mostar a vertente histórica da época. Em Versalhes comia-se do bom e do melhor e gastava-se em futilidades desnecessárias enquanto em Paris o povo morria à fome. Tudo certo. O que Sofia não se lembrou, é que não era necessário recuar tantos anos para se perceber que nos dias de hoje se passa o mesmo. Luís XVI e Maria Antonieta já cá não estão para gastarem o dinheiro do povo em luxos e extravagancias. Mas estão cá o Cavaco e o Sócrates para fazer o servicinho. E a máquina socialista representa a corte de Versalhes. Não vá o povo virar-se um dia destes. A sorte é que a guilhotina já era. Enfim, não costumo falar mal dos filmes, mas quando não gosto... A meio do filme já sonhava com a Tomada da Bastilha.
De Sofia Coppola aguardamos ansiosamente mais do mesmo: Lost in Translation e The Suicide Virgins.
quinta-feira, novembro 23, 2006
A Mulher Taberneira

A mulher taberneira é, lamentavelmente, uma espécie do sexo feminino que se encontra em vias de extinção. São aquelas mulheres que nos fazem rir como uns perdidos e cuja companhia torna a existência do homem, também ele taberneiro, muito mais agradável e divertida. Não vamos, no entanto, associar o conceito de mulher, em toda a sua forma mais bela, ao conceito de taberna. A única associação possível diz respeito ao estado de espírito e não à terrível imagem de uma mulher a arrastar-se pelo balcão de uma taberna, encharcada em tinto. Nada disso. A mulher taberneira é querida, fiel aos seus princípios, sabe aproveitar a vida ao máximo, não se chateia com nada, ou pelo menos com muito, diverte-se com os amigos, gosta de tomar copos, às vezes para saborear, outras vezes para descomprimir. Quando sai à noite, fá-lo para descontrair, para esquecer a sua atribulada semana, para rir até saltarem peças, para dançar até cair, e claro, para caçar a sua presa. Nunca sai para ser vista. Não é daquelas, como há muitas, que levam a noite toda a mamar na mesma cerveja, que se preocupam com a opinião das outras pessoas, e na maioria dos casos nem as conhecem, não é daquelas que apenas sai com as amigas, daquelas que levam a noite toda em grupo, qual fortaleza feminina, a "cuscar" o alheio, a olhar mais para as outras mulheres, para o que trazem vestido e para o tamanho dos peitos, mais do que olham para os homens. Não, a mulher taberneira não é desse tipo. Não está mesmo para aí virada. A mulher taberneira não atura merdas e, muito menos, gajos mal acabados. Se o namorado é daqueles que dá mais valor ao carro do que à namorada, se a chateia porque não sacudiu os pés antes de entrar, ela simplesmente manda-o parar e sai do carro. A mulher taberneira não precisa disso. Anda de taxi, ora bem. É conversadora. Não a vemos apenas a trocar olhares. Nada disso. Fala e sabe do que fala. Não discute futilidades, nem gosta de quem as discute. Fala sobre o concreto, de uma forma divertida e descontraída. Gostava que todas as mulheres fossem assim, como a mulher taberneira. Infelizmente cada vez há menos. Só aparecem as parvalhonas, as que não se sabem divertir, que não têm poder de decisão sobre nada, que não sabem o que querem, as que só se preocupam com a opinião dos outros, que acham que tudo está mal e, se olhamos para elas e as elogiamos, ainda ficam ofendidas e chamam-nos de ordinários. Volta mulher taberneira que fazes aqui falta.
quarta-feira, novembro 22, 2006
Quando é que acabam com esta PALHAÇADA !!??
Sim, tenho onde parar o carro.
Sim, não me importo de pagar as portagens.
Sim, eu sei dos transportes alternativos.
Sim, eu sei da poluição.
Sim! Mesmo com isto tudo eu prefiro vir de carro.
Se fosse fácil chegar ao meu destino e não tivesse de ir de autocarro, de comboio, de trocar uma vez de metro e andar 2 km a pé, eu nem pensava duas vezes e não vinha de carro.
Mas não! Tenho o carro à porta de casa. Quer esteja na Cruz-Quebrada, quer esteja em Cascais.
Dos dois sítios, para chegar ao meu destino a tempo e horas, tenho de sair de casa até as 7:20 top!
O meu drama não são as portagens. O meu drama não é a zona de Oeiras ou tão pouco o Estádio Nacional. Não dramatizo a 2ª circular até ao Campo Grande , nem o Eixo Norte-Sul.
A essa hora é sempre andar! O meu drama é :
A CRIL!!!!
Retirando trajectos alternativos: entrar pelas amoreiras para ir para o traseiro de lisboa (zona de benfica) ,nem pensar. Ir pela Praça de Espanha àquela hora é ir ao coração da cidade e entupir as artérias com a lentidão godurosa dos lisboetas. A Alternativa por Monsanto é andar em curvas e contra-curvas de nabice, no meio dos pulmões da capital. São os da carris a passar de recto nas rotundas, são os militares a olhar com um ar indignado porque cruzamos a zona nobre deles! Só não levamos com os tunnings, porque àquela hora da manhã estão a ir dormir depois do turno de seguranças!
Então, por que razão é a CRIL o meu drama?
Porque é uma projecto que tem de tão mal acabado como mal começado.
Porque é nesta recta torta e impotente de estratégia lógica, que se revelam os verdeiros portugueses.
Porque quer faça chuva, quer faça sol a Cril é uma nódoa. É só furos e acidentes.
São lagos de água nojenta. Recordo-me dos nativos da antiga Pedreira do Húngaros. Estes , procuravam poças de água por Miraflores para o banho da semana. Foge pelo pano de água a minha viatura e qualquer dia deslizará com a destreza que deslizaram os nativos da pedreira, vezes sem conta à minha frente.
Porque dramatizo?
Por que já levo com portugueses a comer de boca aberta; a tirarem macacos do nariz em público; por que os vejo deitados sobre o prato a fungar ranhoca para cima da sopa; porque já nos vejo em último lugar das estatícas na maioria dos estudos; porque nem a porcaria de um código de boa educação estes tugas sabem seguir quanto mais uma boa estrada!
Para agravar ? A boa educação dos lisboetas nesta circular.
A lógica no estudo não existiu. A lógica pela prática do dia a dia para se remediar o problema tão pouco vai surgir.
Passo a explicar: esta traste de estrada tem uma entrada para a 2 circular ( nem vou falar das saídas porque NÃO EXISTE UMA ÚNICA QUE NÃO SEJA : PÕE-TE A PAU PORQUE SE ESPIRRAS ESPETAS O CARRO NESTE INSTANTE!). Esta entrada tem apenas uma faixa de acesso. A prática tem-nos dito que para simplificar a situação será apenas necessário fazer mais uma legal. Aqui reside o drama que vem do engenhocas que desenhou este mal trapilho e do espertalhoco que ainda aprovou. Além de todos os tugas que ali passam dia após dia e nada fazem porque ....:" Ah não vale a pena...A culpa é dos políticos...Ah eu cá nem voto!"
Resmas de carros que ali passam a toda a hora :
Os vossos condutores não mandam assim tanto. Vocês é que têm o travão e o acelarador! Decidam vocês mesmos! Este apelo é sincero e porque atingimos o limite! Basta de viver sob o poder de pessoas mal formadas que continuam a querer passar à frente uns dos outros. O apelo é a vocês, aqueles que desde que se inventou o motor têm sido vítimas de abuso constante. Têm de ser ouvidos: Não passem à frente daqueles que respeitam as regras. Não se enfiem em cima uns dos outros. Não deixem quem senta o traseiro nos vossos adereços, fingir que está a tirar um pêlo, um macaco, a mudar a estação de rádio, a falar com o cúmplice do crime !!!
Noddy apela aos teus amigos!Pede ao teus buddies para travarem perante estes criminosos do bom senso, da estabilidade matinal! Noddy escuta-me : estou certa de que se pedires uma audiência ao Carmona com um camera-men atrás tens toda atenção necessária.
Noddy és a minha última esperança para acabar com esta palhaçada de estrada e com tudo que a caracteriza!!!!
terça-feira, novembro 21, 2006
"When I get to the pearly gates and St. Peter asks what have I done to gain entry, I'll say, 'Have you seen my Lena Horne interview?'

Ed Bradley -O guru do jornalismo.- 60 minutos 1941-2006
A mistura ideal entre o bom humor , a justiça, o espalhar felicidade, a curiosidade, a coragem, o profissionalismo autêntico, a segurança. Amante do jazz sem saber tocar um único instrumento ou sem timbre.
Este blog relembra o primeiro afro-american com um enorme sucesso na área do jornalismo e que fez um brilhante caminho enquanto vivo.Deu e recebeu. Que a sua vida seja um exemplo, por que concerteza fica na História.
Bond...James Bond


Tá quase. Aguardo ansiosamente a próxima aventura de 007. É já no fim desta semana. Crescemos a ver o Agente Secreto do MI6 ao Serviço de Sua Majestade. Vibramos com as suas aventuras, ficamos loucos com as Bond Girls e sonhamos com os locais por onde Bond passava, já para não falar nos fabulosos Gadgets concebidos por Q. O Aston Martin DB5 era o máximo. Bem, aguardarei o visionamento desta nova aventura com novo actor para vos deixar aqui um testemunho mais elaborado. Agora foi só um gostinho. Mas já posso adiantar que o herói não morre nesta aventura. Aliás, se James Bond algum dia morrer, com toda a certeza será de SIDA. Com tanta conquista, com cenas intensas de amor louco, será que 007 tem tempo de por a camisinha?
domingo, novembro 19, 2006
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