sábado, dezembro 16, 2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
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quinta-feira, dezembro 14, 2006
Os porquês que me atormentam

Não sou uma pessoa que se conforma com facilidade. E como não me conformo, questiono-me inúmeras vezes sobre tudo o que me rodeia. Questiono-me e tento encontrar uma explicação lógica para as coisas serem como são. Mas existem muitas coisas que me atormentam a alma. Por exemplo, porque razão, sempre que sou mandado parar numa operação STOP, o senhor guarda bate continência e diz “boa tarde. Os seus documentos e os da viatura.” Assim mesmo, neste tom monocórdico sem exclamações ou interrogações. Não entendo porque razão já fui mandado parar tantas vezes e a conversa é sempre a mesma, sem mais pôr nem tirar. Fico a imaginar se é sempre o mesmo polícia. Outras vezes penso que são irmãos, ou primos, ou amigos, sei lá. Será que na escola de polícia esta frase é ensinada na primeira aula sopre operações STOP? Porque é que o polícia não diz simplesmente “meu...vinhas numa mecha do caraças”? Mas há mais coisas que não entendo. Porque é que grande parte dos automóveis em Portugal são todos da mesma cor? É que não entendo porque razão são todos cinzento metalizado. Mas porquê? Não há mais cores? E isso nota-se muito nos carros de alta gama. Ora, um tipo que compra um bom Mercedes ou um bom BMW é porque tem dinheiro suficiente para ter o direito à diferença. Mas se quer ser diferente das outras pessoas, porque é que não compra um carro amarelo? Ou vermelho? Porque é que têm todos que ser cinzentos? Cansa a vista e vulgariza o automóvel. Mas há mais, muito mais. Porque é que quando compro um telemóvel tenho que ter um contrato de permanência de dois anos? Não percebo porquê. Durante dois anos não posso mudar de número. Se o fizer corro o sério risco de ser altamente sancionado. Cá para mim, a companhia dos telefones acha que está a fazer um grande favor aos meus amigos, pois, está a poupa-los da maçada de terem que estar a registar o meu novo número. Ou então tem medo que eu fuja para a América e que pare de falar ao telefone. O mesmo acontece com os ginásios. Se me inscrevo num ginásio, porque razão é que tenho que entregar doze cheques pré-datados? Serão os senhores do ginásio assim tão simpáticos ao ponto de quererem salvaguardar as minhas finanças? E se me for embora a meio do ano? Os cheques voltam à origem ou continuam a ser descontados mensalmente enquanto estou refastelado ao balcão de uma tasca a virar imperiais e sandes de courato. E ainda no âmbito do ginásio, porque razão é que a pessoa que está na passadeira à minha direita insiste em falar com a que está à minha esquerda? Se chegaram depois de mim porque é que não ficaram lado a lado? É que eu ali no meio não dá com nada. Se me chego à frente corro o risco de me espetar contra o espelho. Se me chego atrás corro o risco de espalhar e partir a cornadura. E porque é que falam? E porque é que fazem má cara quando não me rio das suas piadas. Porque é que acham que estou interessado nas suas conversas? Está cientificamente provado que falar enquanto se corre ou anda cansa muito mais e não produz o efeito desejado no nosso organismo. E alguém me explica a razão das pessoas em Portugal viverem no escritório? Se a jornada de trabalho é de sete ou oito horas, porque é que as pessoas passam o dobro das horas no trabalho? Ou Portugal é um país hiper competitivo e hiper produtivo ou os portugueses são verdadeiras lesmas. Não entendo. E se as chaminés deitam fumo, e não chamas, porque é que não se chamam fuminés? Fazia muito mais sentido, não acham? E porque razão não existem preços certos? Porque é que tudo custa 1,49 euros, 3,99 euros, 10,75 euros e por aí fora? Será que a malta das superfícies comercias acha que temos muito prazer em andar com moedinhas que desaparecem milagrosamente nos bolsos? E se pagamos com estas moedinhas castanhas, porque é que fazem um ar de quem nos está a mandar à merda? Ou se faço uma compra de 1 euro com uma nota de 20, porque é que me deitam um olhar matador? Enfim, há tanta coisa que não entendo mas não vos maço mais com as minhas divagações. Voltaire disse “as coisas são como são e tudo vai pelo melhor.” Eu digo, se as coisas são assim, há que questioná-las e tentar torná-las mais perceptíveis.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
terça-feira, dezembro 12, 2006
O frio da Cruz
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Principais Ditaduras actuais

Grande parte da população mundial vive sob regimes ditatoriais ou onde a liberdade de expressão é condicionada. A maioria destes regimes são produto de golpes militares, os quais tem procurado "legitimar-se" através de pseudo-eleições democráticas.
O panorama político e religioso é muito variado. Temos ditaduras que se intitulam de repúblicas ou monarquias, laicas ou religiosas.
Temos tiranias onde a maioria da população é cristã, muçulmana, budista, animista ou mesmo sem qualquer credo.
O continente africano e o asiático são onde se situam a maioria das ditaduras ou reg
imes onde a liberdade está condicionada.Nestes regimes os direitos humanos são
sistematicamente violados. Os genocídios a,censura da imprensa, o controlo do poder político pelos militares são práticas habituais.A sua banalização é de tal ordem nos dias que correm, que tais atrocidades passam em claro na
maioria da comunicação social internacional.
Principais ditaduras
Cuba
Regime comunista-Fidel Castro
Arábia Saudita
Tirania-Monarquia Absoluta- Príncipe Herdeiro Abdallah
Coreia do Norte
Tirania-Regime comunista-Kim Il-sung
Vietname-Tran Duc Long
Violação sistemática dos Direitos Humanos. Religião budista
Síria-Bashar Assad
iolação sistemática dos Direitos Humanos.Religião Muçulmana.
Paquistão-Pervez Musharraf
iolação sistemática dos Direitos Humanos.República islâmica.
Religião Muçulmana
Sudão- Omar al-Bashir
Tirania.Genocídio-religião muçulmana
Bielorrússia - Alexander Lukashenko
Tirania.Antiga República da Ex-URSS
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